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8 motivos para visitar Alagoas

Esse ano o intervalo entre reveillon e carnaval foi um pouco mais longo, então eu e o meu ***noivo*** aproveitamos a mini-baixa temporada para conhecer o litoral alagoano! Em seis dias passamos por Maceió, São Miguel dos Milagres e Maragogi, e fomos rapidinho até Pernambuco para conhecer a Praia dos Carneiros. As paisagens na estrada são sensacionais, as praias são lindas, as piscinas naturais são fantásticas. Um roteiro muito legal para quem tiver aí uns 15 dias de férias é alugar um carro e ir viajando do sul de Alagoas até Porto de Galinhas ou Recife.

Essa é uma das viagens que todo brasileiro tem que fazer porque… bom, vamos deixar que as imagens falem por si mesmas!

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Lollapalooza Argentina

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Desde o ano passado eu estava naquela dúvida se ia no Lollapalooza ou não, se estaria em Buenos Aires ou em São Paulo na época e etc etc. Mas na última hora resolvi ir, AINDA BEM! E além da experiência do festival, deu pra sentir como rolam os festivais por aqui.

Para chegar ao local, o Hipódromo de San Isidro (que não é Buenos Aires, é uma cidade vizinha), fomos de ônibus e trem, e até que foi tranquilo. A caminhada até os palcos foi longa e chegamos no finzinho do Julian Casablancas. Deu pra ouvir Reptilia e uns gritos dele na última música, uma barulheira tremenda pra um finzinho de tarde…

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Depois do Julian, Lorde e Imagine Dragons tocaram simultaneamente, em palcos separados. Escolhi a Lorde porque tenho ouvido o disco e é bem legalzinho, e ela dá umas entrevistas legais, mas ao vivo… não sei. Não rolou, nem Royals ficou legal, ela fala bastante entre as músicas e tal. Mas foi ok. Depois de Royals deu pra ver o finzinho do Imagine Dragons e finalmente ligar o hit, Radioactive, à banda (é minha gente… a velhice, ela chega, e a gente não sabe mais quem são as bandas).

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Logo depois, no palco principal, entrava o Phoenix. As boas lembranças e boa impressão que tive da banda em uma das edições do Planeta Terra foram confirmadas com esse show. Tudo certinho, bem executado, dançante, e com o clássico crowdsurfing do Thomas Mars no final. Mas algo aconteceu no meio da galera e ele não voltou muito bem dessa vez! Tadinho!

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E então fui ver o New Order, que no line-up daqui coincidia com o Nine Inch Nails. Mas o som estava MUITO ruim, não dava pra aguentar, não sei o que aconteceu. Sem contar que, pelo menos nesse show, a banda não estava no seu melhor, ainda mais sem Peter Hook… E já que não dava pra aproveitar o show, o jeito foi conseguir um lugar bom pra ver a grande atração da noite, Arcade Fire.

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O show foi perfeito! Impecável nos mínimos detalhes. Coisa que nem precisava pois a banda já tem músicas incríveis, presença de palco, 200 integrantes e tudo o mais, mas a concepção do show todo estava sensacional. E pensar que nove anos atrás eles eram aquela banda esquisita abrindo pro Strokes, que ninguém conhecia direito, mas se apaixonou a partir de então. Valeu cada centavo, e todos os perrengues de transporte na saída do festival!

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Andei lendo #5 – Miranda July, Kurt Vonnegut, Manuel Puig

Hummmmm… então, onde paramos? Andei vivendo muito e blogando pouco, mas aqui estou mais uma vez (em um momento de procrastinação). Mudei o design das imagens de destaque de posts sem fotos. Eu gosto bastante dessa fonte, a Mission Gothic, pena que ela é de graça e por isso deixa alguns itens a desejar, como o espaçamento entre letras. Como proto-tipógrafa eu deveria ter corrigido tudo na mão, mas e a vontade? hehehe

Também troquei as fontes do blog, estou usando somente variações da família Abril Text, da Type Together, por enquanto. A Abril Text foi originalmente criada para ser usada em jornais, mas acho que ficou bem interessante na tela do blog, e ela está disponível no pacote custom do wordpress.

Vou recomeçar a blogagem falando dos últimos livros que li, já que essa seção anda meio desfalcada ultimamente (o último post foi em dezembro de 2012!). Vamos lá!

É claro que você sabe do que eu estou falando, Miranda July

Faz milênios que eu li esse livro, até comecei a relê-lo mais recentemente mas parei, precisava de uma história nova. Eu não costumo gostar de livros de contos. Mas os contos da Miranda têm a medida certa, em poucos parágrafos ela te leva desde o estranhamento com as situações esquisitas que porpõe até a simpatia e compreensão dos personagens; isso tudo com umas pitadas de verdades humanas aqui e ali. Uma frase simples que traduz um sentimento inteiro.

Timequake, Kurt Vonnegut

Estou com muitas saudades desse livro! Sabe aquele livro que te faz rir de como as coisas são assim, justamente como ele falou, mas você nunca tinha pensado sobre isso? E que a cada página você dá aquela sacudida na cabeça, concordando com o que ele acabou de falar, entrando na cabeça do personagem e vendo o mundo através dos olhos dele? Beijos, Kilgore Trout!

El beso de la mujer araña, Manuel Puig

Estando na Argentina eu sentia – e vocês hão de concordar comigo – a OBRIGAÇÃO de ler algum autor argentino. Um certo domingo fui na feira de livros da Plaza Italia com objetivo de comprar um Borges, ou um Córtazar. Olhei, olhei, comprei um livro sobre cultura vasca porque gostei das ilustrações e tipografias. Olhei mais, comprei uma edição do Proust de 1930, porque amo Proust. E acabei comprando o livro do Puig, totalmente pela capa! Acabou que eu adorei a história, me envolvi com os personagens, e ficava sempre querendo saber o que ia acontecer depois. Foi uma leitura bem fluida, exatamente o que eu precisava naquele momento, mas ao mesmo tempo densa, tratando de temas como a homossexualidade e a ditadura argentina.

E agora estou lendo ‘Nine Stories’, do Salinger (abandonei um pouco na verdade), e ‘O sol também se levanta’, do Hemingway (estava gostando mas cansei).

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6 motivos para escrever e anotar as coisas

(Esse post é uma tradução parcial levemente adaptada deste artigo)

1. Limpar sua mente para um nível mais avançado de pensamento

Você pode limpar a mente ao escrever e anotar as coisas de duas maneiras distintas:

David Allen, palestrante sobre produtividade e autor de ‘Getting Things Done’, recomenda fazer o que ele chama de “despejo de tarefas”. Isso envolve anotar cada tarefa, atividade e projeto que você precisa executar. Pode variar desde comprar leite antes de chegar em casa a um projeto que envolva várias pessoas no trabalho. Anotar cada tarefa que você possa imaginar ajuda a criar espaço no seu cérebro para tópicos mais importantes.

Você também pode usar uma técnica chamada “páginas da manhã”, apresentada por Julia Cameron, autora de ‘The Artist’s Way’, que consiste em completar três páginas (cerca de 750 palavras) com escritos de fluxo de consciência. Ao fazer isso todas as manhãs, você limpa sua mente em preparação para os pensamentos mais importantes do dia.

2. Processar suas emoções

Escrever o que está na sua mente é uma ótima maneira de superar conflitos internos ou processar seus sentimentos a respeito de uma situação particular. É semelhante a desabafar com um amigo, só que de um jeito útil para fortalecer suas habilidades de se acalmar e aumentar seu autoconhecimento.

3. Recordar o passado

Se você mantém um diário e escreve regularmente sobre seus pensamentos e sentimentos, você logo terá um registro de experiências que você poderia ter esquecido.

Reler esse registro não é apenas fascinante, mas também proporciona um valioso insight de seu processo de pensamento e sua vida emocional. Você pode reviver momentos que potencialmente haveria esquecido e despertar sua gratidão.

Manter um diário também aumenta a sua autoconfiança. Quando você pode olhar para trás e ver que passou e lidou muito bem com decisões importantes e situações difíceis no passado, você se sentirá mais confiante de sua habilidade de lidar com essas coisas no futuro.

4. Ter a sensação de missão cumprida

Escrever as coisas pode trazer a sensação de dever cumprido e progresso, expandindo nossas possibilidades e aumentando a nossa produtividade.

É incrivelmente satisfatório quando fazemos um diário e vemos que preenchemos um ou mais cadernos com o que pensamos e sentimos. Muitas pessoas sonham em escrever um livro, mas desistem ao pensarem no tempo que levariam. Quando você terminar um diário, você vai perceber que escreveu um livro. Isso abre um novo sentido de possibilidades, na escrita e em outras áreas da nossa vida também.

Igualmente, se escrevemos tudo o que precisamos fazer num dia ou numa semana, ganhamoos uma sensação a mais de satisfação quando, tendo completado a tarefa, podemos riscá-la da lista (essa é a parte que eu mais amo!). Sentir-se produtivo aumenta a nossa produtividade, criando um círculo “virtuoso”.

5. Começar a pensar grande

Escrever as coisas te dá espaço para pensar grande e mirar longe. Não importa o que esteja acontecendo no mundo lá fora, quando escrevemos as coisas, entramos em um mundo de possibilidades.

Fazer isso nos ajuda a continuar motivados, e reduz as chances de cairmos na auto-sabotagem. (E mesmo se cairmos, podemos continuar escrevendo para processar nossos sentimentos!)

Quando escrevemos, temos a chance de explorar sonhos e ambições que talvez ainda não queremos revelar a ninguém. Também cria-se um espaço para organizar as nossas ideias e desejos para que possamos retomá-los em outro momento.

6. Ser mais comprometido

Da mesma forma que oferece espaço para explorar possibilidades, escrever seus objetivos faz parecer mais provável que você os atinja.
Os objetivos são mais eficazes se forem específicos, mensuráveis, factíveis, realistas, e se tiverem um prazo. Essas são as variáveis com que podemos trabalhar e nos comprometer através da escrita.

Escrever seus objetivos é o primeiro passo para torná-los realidade. Uma vez definidos, você pode publicar ou pendurar em algum lugar para uma dose extra de motivação.

E aí? Vamos começar? ;)

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Um dia em Paquetá

Paquetá é uma ilhazinha na Baía de Guanabara, entre Rio de Janeiro e Niterói, e para chegar lá basta pegar uma barca na Praça XV. Sempre ouvi dizer que lá não tinha nada, mas quem disse que precisa ter alguma coisa? Nada como um lugarzinho tranquilo e bucólico para passear com os amigos de bicicleta e ver o tempo passar, além de ter no caminho a surpresa de conhecer o Parque Darke de Mattos, super bonitinho e com uma trilhazinha para um mirante bem legal!

Ah, e tem várias casinhas e casarões antigos, mas acabei não fotografando muito por causa da empolgação na bicicleta…talvez quando eu revelar o filme da lomo apareça alguma casa, mas enquanto isso, curtam aí as paisagens :)

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2014

Dois mil e catorze

É minha gente, mais um ano se inicia… há um ano atrás eu estava vibrando e surtando com os planos e expectativas de ir estudar em Buenos Aires e 2013 acabou sendo um ano de muitos aprendizados e muita ansiedade, afinal não é todo dia que a gente tem a chance de largar (quase) tudo.

O saldo final foi positivo, começo 2014 com um sentimento de continuidade e tranquilidade.  Sei que em alguns meses estarei surtando de novo com os projetos da pós, mas deixemos isso para depois!

Não tenho muitas  resoluções e cansei de promessas, quero seguir trabalhando e fazendo meu melhor por mim e por quem eu amo.

Espero conseguir manter o blog também! Hehehe

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Goya e Dalí: Capricho surrealista, no Museo de Arte Español Enrique Larreta

Em 1799, Goya fez uma série de 80 gravuras intitulada “Caprichos”, que traziam críticas sociais ao comportamento da época (vaidade, hipocrisia, etc) e demônios (óbvio). As gravuras são incríveis e com imagens pesadíssimas, afinal estamos falando de Goya. Duzentos anos depois, Dalí se apropriou dessas imagens fazendo uma intervenção sobre elas, mudando seu significado (e a legenda que Goya havia colocado abaixo de cada uma delas), ironizando, e deixando tudo um tanto mais surrealista. Essas obras estão em exposição no Museu de Arte Español aqui em Buenos Aires, no bairro de Belgrano, e fui lá conferir.

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A exposição como um todo é muito interessante. Há algumas das gravuras originais do Goya, onde podemos admirar seus detalhes (e a caligrafia linda da legenda), porém o que está exposto realmente são as obras do Dalí, com fotos das gravuras do Goya para comparar as duas. Algumas têm apenas uma intervenção de cor, alguma coisa ao fundo, e outras têm sacadas geniais, e de repente nos vemos “espiando” um diálogo entre os dois artistas separados pelo tempo. Na gravura abaixo, por exemplo, Goya pergunta: “Saberá mais o discípulo?”, e Dalí responde, dois séculos depois, “Sim!” (O pintor foi expulso da Academia de Arte justamente por dizer que os professores não tinham competência para avaliá-lo).

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O museu é uma casa antiga que tem toda a decoração conservada e um jardim bem bonito! Depois de me encantar com um livro de iluminuras que estava exposto no acervo permanente, fui curtir um sol e tirar umas fotos do jardim :)

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NY – Central Park

Bom, eu falei que o o Central Park merecia um post só pra ele né… Aqui está! Dificílimo selecionar apenas 50 dentre as centenas de fotos que tirei lá. Isso porque só consegui ver 1/3 do parque. Fiz todo o circuito de bicicleta (que é cheio de subidas e descidas) e recomendo alugar a bike dentro do parque, sai bem mais barato!

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5 motivos para morar por um tempo em outro país

  1. Perceber como a língua portuguesa é estranha e difícil
  2. Ter uma visão do Brasil “pelo lado de fora”
  3. Se encantar – e se irritar – com as diferenças culturais
  4. Descobrir que desorganização e burocracia tem em todo lugar
  5. Entender que, esteja onde estiver, é preciso encontrar uma maneira de se sentir em casa